Elias de Caravlho Hilario

23/08/2008 22:03

A LIBERDADE

Recentemente no IRAQUE aconteceu algo inusitado, quando uma mulher que andava um passo atrás do seu homem foi interpelada pela curiosidade da turista brasileira, que perguntou: o porquê assim se comportava? Imediatamente ela respondeu que, se por acaso o terreno tivesse minado primeiro explodiria ela, para salvar o marido.
Esta submissão elevava a independência do homem, que sempre foi vangloriado como marxistas nas rodas de bares e futebol. Procurava ele serviçal para formar família e a escolhida deveria ser aquela que correspondesse à expectativa do mesmo, servindo sem reclamar todos seus desejos.
Há muitos anos os meninos, para serem aceitos como macho deveriam corresponder ao que deles se esperava uma sociedade patriarcal, com força, sucesso e o poder era indispensável, nunca era admitido falha ou sentir medo. Mas o desenvolvimento deixou tudo isso no passado, está longe desta modernidade que vivemos e foi através da longa jornada de submissão que elas aprenderam a dizer não, e no íntimo as relações na cabeça da mulher mudou muito.
Hoje é notório o grande número de homens, que inseguros entregam a administração integral ou parcial para quem, realmente está dando as cartas e até emocionalmente nos próprios desejos.
Para a boa convivência é bom não esquecer, que homens e mulheres, atualmente têm um importante papel a desempenhar na conjuntura desta diversificada sociedade.


enviada por EDHILARIO






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