Elias de Caravlho Hilario

03/05/2009 12:43

A DIGNIDADE DE UM LIDER

O proninunciamento na Tribuna dO SENADOR MARIO COUTO do PSDB me surpreendeu pelo Partido que pertence e foi tão elogiável que não posso me calar.
Quando a esperança do povo aposentado já caia por terra ele apareceu para dar apoio ao projeto do SENADOR PAULO PAIM, ao chamamento de igualdade entre os homens. Agora a realidade é reconhecida e se coloca frente aos senadores, exigindo uma postura digna.
Espero que seu belo discurso sensibilçize os demais colegas, para que todos aposentados sintam a força de um Senado sério e imparcial, comprometido com a sociedade brasileira.
No dia 13/05/09 o Presidente do Senado JOSE SARNEY vai levantar a bandeira para que o voto secreto seja abolido na casa e, assim, se tornará um grande candidato para substituir o atual Presidnte da República no PLANAUTO.
enviada por EDHILARIO



03/05/2009 12:23

PERDENDO VOTOS

O Governador de RORAIMA recentemente declarou que os INDIOS não sobreviverão sem os brancos na área demarcada. Pelo visto está temendo perder muitos votos com a retirada deles. Um ato que não haverá retrocessos, pois antes do descobrimento do Brasil os indios viviam muito bem neste mato e, com a chegada dos brancos desbravando a terra vieram as doenças. Com mortes dos verdadeiros donos chegou-se ao numero mínimo, até desapareceriam do mapa.
enviada por EDHILARIO



03/05/2009 12:12

Evolução da ciencia

É muito interessante para o progresso do mundo, mas sem concluir a origem da natureza e do homem já tentam modificar a genética humana, manipulando o sistema para que o homem ovule e a mulher produza espermatozóide,tendo atos mais sérios para solucionar, como AIDS e CANCER. É bom lembrar que a aceleração das partículas ainda nao foram concluídas. O perigo de PANDEMIA mundial sobre a GRIPE SUÍNA, originada no MÉXICO está se expandindo pelo mundo. Já chegou ao nível 5 e o máximo é 6,
enquanto o SR. ISAIAS RAW-Diretor do INSTITUTO BUTANTAN admite que somente em 06 meses estará pronta a vacina para imunizar a população.
enviada por EDHILARIO



03/05/2009 11:49

CALAR NUNCA

O Primatologista de Antropólogo RICHARD WRANGHAM, que nasceu na Inglaterra e desde 1989 é professor na faculdade de HARVARD - EUA pretende vender muitos livros com a história de que os seres se tornaram homanos através do fogo. O título é hilariante: "Cozinhar nos tornou humanos." Perde tempo com a hípótese do macaco cozinheiro ter dado evolução a homem. Claro, baseado na originalidade do macaco e natureza, como querem provar sem fundamentos concretos.

Aberto para esclarecimentos.
enviada por EDHILARIO



24/01/2009 19:25

VISÃO NOTURNA

Esta é uma estória verdadeira, logo perigosa a viajantes noturnos. Se o leitor não acredita no sobre natural, então é aconselhado a não ler o mesmo.

Era 19; 00 hora de uma sexta feira do ano 1989 e GUTEMBERG, que ingressou na empresa como maquinista especial, neste dia completava dez anos. Ele começaria a trabalhar na máquina diesel numero 3310 de operador, acompanhado pelo auxiliar ROBSON em Deodoro.
Depois da substituição do colega que trabalhara por todo dia, as 22; 00 recebeu o comunicado de que fora designado pelo controle de trafego para levar a locomotiva, sem vagão ao pátio do Município de Japerí RJ, e logo, em seguida seu auxiliar tratou de preparar a locomotiva para dar partida.
Tudo em ordem a máquina saiu do desvio, seguindo lentamente para a linha numero 01 do centro, sem anormalidade. Do lado contrário pela janela um vento frio batia no rosto dele, enquanto observava a estrada deserta na noite fria, que após muro margeava a linha férrea.
Não demorou muito já se passava por Nova Iguaçu, logo depois ROBSON, conduzindo reclamou de um frio constante subindo pelas pernas. Calado GUTENBERG notou que estava passando sob uma ponte da Via Dutra.
A este fato procurou não alarmar, e, como responsável pela condução decidiu não dar importância, devido a longa estrada de ferro que, ainda teriam pela frente na noite, ate chegar ao destino.
Chegando à estação de Japerí as 22; 55 minutos, por solicitação do agente de movimento a referida locomotiva foi desviada no pátio e, posteriormente engatada a cinco vagões de pedra existente no local. Em seguida, enquanto o auxiliar ROBSON praticava manobras e vistoriava as condições de tráfego dos vagões, como operador responsável GUTEMBERG providenciava os boletins que dava destino a mencionada carga.
Cansado de trabalhar sozinho o auxiliar, após tudo checado e liberado para trafegar se queixou de sonolência, também pudera, já passava das 23; 40 minutos, então passei para o controle da maquina carregada com os vagões, falando a ele que forrasse papelões no assoalho da locomotiva e fosse descansar, porém, caso precisasse o acordaria.
Novamente, lentamente a maquina foi deixando o pátio da estação, agora pela linha 02, quando já marcava no relógio 23; 55 minutos. Dando prosseguimento na partida, acelerava a locomotiva e ela patinava nos trilhos para deslocar os vagões, devido a chuva fina localizada que caia no momento. Agora ROBSON já dormia um sono profundo e nada podia notar.
Com certa dificuldade chegou-se ao trecho e tudo transcorria dentro dos conformes. Mas, ao aproximar novamente da ponte sob a Via Dutra Gutemberg reparara que o sinal apresentava a cor verde, dando condições de trafego normal ate o próximo e, ao lado deste observou algo estranho, que puxava minha atenção.
Um pouco mais de atenção ao obstáculo, com nitidez pode definir que era uma bonita mulher, ainda jovem num lindo vestido preto, vaidosamente destacando os cabelos loiros. Não tinha mais do que 30 anos e olhava fixamente para a maquina, enquanto o chamava com ritmos de seus dedos ensaiados.
De todas as maneiras tentou ele desviar a atenção, ocupando a mente na fina chuva que caia, pois já tinha conhecimento de contos, que naquela estrada uma mulher loira aparecia nas madrugadas para causar acidentes fatais a caminhoneiros desavisados. Mas, já era tarde e não teve jeito, sua atenção estava presa a ela. Tinha de ficar olhando, enquanto a locomotiva era empurrada pelos pesados vagões de pedra e, ao passar ela se virou, enquanto continuava a chamar, até que ficou para trás abanando as mãos vazias.
De imediato, GUTEMBERG acordou ROBSON para relatar o acontecido, mas foi em vão, pois mandou que esquecesse o acontecido. Prosseguindo com a viagem, já entrando no pátio de Comendador Soares observou duas crianças que brincava de bola na plataforma, sendo um menino e uma menina de aproximadamente 05 anos e a locomotiva se aproximando com velocidade, devido ao peso da carga e, quando faltavam uns cinqüenta metros da estação a bola caiu nos trilhos e, de olhos arregalados viu em seguida o menino descer para pega-la.
O controle em suas mãos deu para sentir e escutar as rodas quebrando ossos da pequena criança, mas nada podia ser feito a não ser prosseguir em frente com a carga. Mais apavorado, ainda olhou para trás e pode ver a irmã dele, desesperada e chorando muito na plataforma de embarque.
Neste momento, em choque ele acordou o auxiliar ROBSON e, mais uma vez contou sobre o ocorrido, passando de vez o controle e permaneceu chorando, pois nunca pensou que um dia fosse acabar com a vida de uma criança.
A chegada em DEODORO foi a 00; 50 minutos e, logo despertando o agente de movimento solicitou-lhe para que fizesse contato com a estação envolvida, para fins de confirmar a ocorrência, mas, para surpresa de GUTEMBERG nada foi encontrado para constatar tal incidente naquela noite.

enviada por EDHILARIO



24/01/2009 19:22

A FLORESTA E SEUS ENCANTOS









Numa pequena cidade, cercada de florestas morava um menino que, carinhosamente o chamavam de PEDRINHO, uma criança de 10 anos e peralta como qualquer outra de sua idade. Seus pais chamavam-se Emanuel e Dona Rita, também tinha uma pequena irmã, sofrida pela vida dura e era chamava de Rosinha.
Sempre que PEDRINHO cometia qualquer arte sua mãe ameaçava contar para o pai, quando chegasse do trabalho. Como qualquer criança levada todo dia apresentava uma nova ladainha, para perturbar o cansado pai.
Com bastante saúde ele jogava bola e, na maioria das vezes quebrava vidraças de janelas dos vizinhos e, devido ao cansaço do trabalho, sem muita paciência o enérgico pai Emanuel pegava o pobre menino e batia muito, apanhava de dar dó, mas deixando de explicar o porquê ele apanhava e, assim ia passando a semana de segunda a domingo. O local não apresentava novidade criativa, por ser cercada de gigantescas arvores que escondiam muitos mistérios, contados pelos mais antigos.
Sua mãe, que ficava arrependida de ter contado as travessuras cometidas durante o dia nada podia fazer contra, pois alguém teria de pagar pelo vidro quebrado e era Emanuel, responsável pela educação de torná-lo social. Quando ela achava que as chibatadas eram demais, mesmo sofrendo conseqüências intercedia a favor da criança.
A irmã ROSA, de apenas 08 anos sofria com aquela agonia presente e, sempre ia testemunhando tal judiação com seu único irmão, apanhando como se já fosse adulto. Ele tinha consciência de que o pai tentava ensiná-lo da maneira que aprendera no passado e elas sofriam junto com ele, mas um dia daria um basta e tudo mudaria para melhor.
Nesse dia prometeu a si mesmo, que as surras iriam parar no dia que fosse embora, fugiria para bem longe daquele lugar e voltaria com uma formação profissional para buscá-los. Mas, ela nem sua mãe acreditaram, pois ele não tinha para onde ir. Logo a este fato não deram importância, como não comentaram com Emanuel que, ao cair da noite chegou.
Passando um mês, quando todos já haviam esquecido da promessa ele esperou e, enquanto o pai se aprontava para trabalhar ele, silenciosamente fingia que dormia na cama ao lado da irmã. Assim que ouviu o bater da porta e, após um tempo levantou-se, já com a mochila preparada deu um beijo de despedida na irmã.
Andando cautelosamente, foi ao quarto da mãe fazer o mesmo, sem que elas acordassem e saiu lentamente, abrindo a porta da cozinha saiu pelos fundos, na direção do mundo desconhecido que encontraria na floresta. Mesmo com medo se foi, desaparecendo entre os arbustos e, logo vieram as grandes árvores que cercam o lugarejo.

A hora passou e ROSA acordou, levando tomou um susto ao ver a cama de PEDRINHO vazia e lembrou de seu rosto ao deitar na noite anterior. Lembrando das historias contadas pelos antigos da região, imediatamente acordou a mãe RITA que, desesperada deu um salto da cama e correu ao quarto do filho. Neste momento agarrou-se ao travesseiro e de joelhos nos pés da cama, acompanhada da pequena ROSA começou a rezar, pedindo proteção para que nada acontecesse de mal a seu único filho.

Logo após resolveu chamar os poucos vizinhos e contar sobre o acontecido, deixando todos apreensivos. Imediatamente foi formando uma força tarefa voluntária, para em campo saírem à procuro do menino na floresta, mesmo desorientados sobre que direção deveriam seguir.
Na busca alguém lembrou que o pai deveria ser acionado, já outros achavam que a guarda florestal deveria ser chamada, devido à periculosidade que enfrentariam, mas no local de trabalho de EMANUEL o celular não funcionava. Então este, somente tomaria conhecimento dos fatos quando retornasse para casa.
Assim sendo, ao cair da noite ele chegou estranhando o silencio no local e cansado entrou em casa, quando tomou ciência dos fatos por RITA, que o acusava de maus tratos contra uma criança de apenas dez anos. Sentindo-se culpado pela fuga do único filho homem, mesmo sem descansar virou-se e da porta, observando o cair da noite decidiu não esperar por detalhes e foi encontrar os voluntários.
Embrenhou sem temor pela mata procurando seu filho que tanto desprezou e depois de caminhar bastante pela mata fechada encontrou os vizinhos, que já voltavam de um cansativo e inútil dia, e estes o olharam com ar de reprovação no ensinamento do filho.
PEDRINHO não fora encontrado porque todos seguiram a trilha do riacho, deduzindo que ao caminhar iria sentir cede, e nele saciaria sua vontade e depois descansar no leito. Mas ele estava bem longe de todos e, decidido a não voltar para casa entrava com furor pela selva adentro.
O cair da noite deixou PEDRINHO um pouco assustado e, quando passava por num atalho deparou com um inesperado e assustador desconhecido. Todo sujo e, também surpreso lhe perguntou para onde pretendia ir. No momento ele pensava ser o único que fugia, mas logo o desconhecido falou que estava no centro da selva e era perigoso caminhar sozinho naquela noite escura.
Notando que era grande seu cansaço lhe ofereceu abrigo em sua cabana para passar a noite e PEDRINHO, sem alternativa aceitou. Conversando muito para descontrair e passar o tempo o desconhecido lhe contou sobre a história da sombra na selva, que se faz presente na mente das pessoas, desconhecedoras dos benefícios e paz que a floresta nos trás.
Ouvindo as histórias PEDRINHO adormeceu protegido por seu amigo, que mesmo desconhecido demonstrava ser melhor do que seu próprio pai e, feliz sonhou com os vários encantos que encontrou nesta liberdade, quando podia passar a mão nos elefantes, zebras, macacos e girafas rodeadas de pássaros.

No dia seguinte foi despertado por diversas aves, enquanto o desconhecido, como fiel amigo preparava um delicioso chá de erva doce e, confiante da tranqüilidade reinante ele pode admirar todo encanto daquele lugar.
Depois que voluntários e família o procuraram por todo dia e noite na floresta sem encontrá-lo, pela manhã mais uma vez em sua casa eram preparadas novas buscas. Desta vez na companhia da Guarda florestal.
Imaginando que voltariam para procurá-lo, pela manhã o conhecedor das matas o levou ao riacho para, junto dos peixes nadarem e se lavar. Poucos minutos depois já estava ele se despedindo do novo amigo e, a seguir dar prosseguimento na caminhada vespertina com destino ignorado.
Auxiliados pelos guardas florestais, depois de muito caminharem seu pai e voluntários, divididos em grupos encontraram com o senhor da selva, ainda na beira do riacho, enquanto o outro grupo passava de canoa, atentos a margem do rio.
Perguntado sobre o menino logo foi respondido que não o viu, desconversando sobre o acontecido fez gesto de doente mental para despistá-los, enquanto PEDRINHO se afastava rapidamente e nas proximidades da rodovia, que o levaria para bem longe pediu carona a um carroceiro e chegou à sonhada rodovia principal, já não avistando mais a floresta fechada.
Depois de horas viajando chegou finalmente a cidade mais próxima e nesta, de médio desenvolvimento procurou fazer amizades para trabalhar em qualquer coisa. Assim, usando de sua inteligência e esforço incomparável conseguiu estudar e, se tornar alguém reconhecido no futuro por esta sociedade exigente.
Com o passar do tempo seus familiares e voluntários perderam as esperanças de encontrá-lo, mas sua mãe e irmã tinham certeza de que ele, um dia daria noticias e todos tomariam conhecimento das proezas daquele menino travesso e ao mesmo tempo de ouro.
O tempo passou rápido demais e, como um raio de luz PEDRINHO terminou os estudos e se formou em Direito, como advogado concorreu a vagas no Serviço Público Federal. Bem classificado, logo foi aprovado e convocado para trabalhar em Brasília.
Depois de 06 meses decidiu voltar ao lugarejo de sua terra natal para rever a família e contar sua vitória com volta por cima, avisando que por amar demais nunca os esquecera e ao encontrá-los teve uma decepção muito forte. A pequena casa estava em ruínas e seus pais doentes, sem forças para cuidar da terra e assistidos somente pela bela irmã ROSA que, quando o viu quase não reconheceu e mesmo assim sorriu de felicidade, partindo para o abraço fraternal.
A partir desse momento tudo foi alegria, compartilhada até pelos vizinhos que logo se apresentaram e não pouparam lágrimas pelo sofrimento passado.
A partir do momento ele passou a ser o Dr. PEDRO e lembrado como o moleque travesso, que restaurou a alegria do lugar. Agora homem vencedor deixou que os moradores lhes pedissem o que quisessem, e assim, sendo foi solicitado um acesso mais rápido para o desenvolvimento entre a cidade e o local, com pavimentação e transporte, saúde e escolas para a população.
Imediatamente tudo foi anotado em um pequeno bloco e posteriormente levado para o centro do poder em Brasília, a fim de conseguir verbas com o governo federal. Não demorou muito e, meses depois os moradores se assustaram com o movimento barulhento de máquinas abrindo caminho pelo mato. Com ele na frente, pedindo passagem para entrar e deste dia em diante todos evoluíram no local, sem precisar se imigrar para os afastados centros.
Desde então, todos idosos tiveram tratamentos de saúde adequada nas proximidades de casa e se orgulharam do filho peralta, que tanto trabalho dava aos pais.

enviada por EDHILARIO



24/01/2009 18:58

VIVER FELIZ


É ter a oportunidade de acreditar no amanhã e ler por duas vezes o livro “NEGRAS RAIZES” de Alex Haley, vendo na realidade o que se pensava possível somente na imaginação. Participar do momento histórico na mudança do EUA, mesmo que pela televisão. Nesta inesquecível festa do, “nós podemos”, todos têm o direito de sonhar, como fez o líder MARTIN LUTER KING e Senador BARAK OBAMA e, para o segundo este feito se realizou em 04/11/2008. Dia que o povo americano, em massa o elegeu Presidente dos EUA, dando ao mundo à oportunidade de contemplar, no futuro a verdadeira paz mundial entre povos.
O dia a dia da vida terrena nos mostra que existem fantásticas maneiras de lidar com mudanças. Ela não é somente um corredor reto, ao depararmos com dissabores nos labirintos, que muitas vezes dificultam as ultrapassagens e nos leva ao beco sem saída. Mas, sem medo de ser feliz os empecilhos das sinuosas curvas desaparecem e, mesmo na passagem meio confusa se deve respirar profundamente a brisa fresca, que é bom para todos.
Na vida tudo muda, e assim ela segue em frente, a fim de mostrar toda liberdade que cedo se nota nas pequenas diferenças, ocorridas neste planeta terra. Vivendo intensamente feliz, sem timidez a conduzir palavras não presas a correntes e livres nos leva à dimensão além dos pensamentos e, nesta busca amplia a órbita planetária do sentido vida.
É nesta liberdade, que mesmo em plena crise econômica o governo brasileiro é abençoado por 70% do povo, e já entrou para a história. Agora, nos EUA a vitória de OBAMA trouxe alegria, emocionando todas as nações do mundo e tornará uma lenda no futuro. Seu legado já foi adquirido pelos eleitores, dentro e fora do País.
No longo caminho o freio de sua condução, rumo à Casa Branca já havia sido pavimentado por mártires desde 1889 e, que permanecem na história mundial. Como orgulho nacional ele, nesta data convidou o mundo a ser feliz. Apreciado por seu carisma pessoal levou a comparecer nas urnas democráticas idosos de ate 106 anos de idade.
Enfim, o dia 20/01/2009 chegou como o mais esperado dia da historia nos EUA. Feliz o mundo assistiu o juramento do primeiro presidente negro, no mais poderoso país do planeta. BARAK OBAMA, como novo chefe da nação americana, mesmo com pouca idade é sabedor que o primeiro livro impresso no planeta, denominado Bíblia Sagrada representa a aurora da razão e, por este motivo na cerimônia de posse seguiu as trajetórias que Abrahan Lincoln usou a 140 anos atrás.

Logo, eu sou feliz.

enviada por EDHILARIO



02/11/2008 19:19

ENIGMA DA VIDA ESSENCIAL e TURISTA ALEMÃO

No inicio dos anos 20 um americano se fez presente, desenvolvendo a teoria que explica as respostas emocionais das pessoas e deu origem ao livro “EMOÇÕES DE PESSOAS NORMAIS” no ano de 1928. Conceitos que visam compreender os modelos da interação entre os indivíduos e seus ambientes, afastando a dor, hostilidade e desprazer.
Na busca deste prazer e harmonia, William M. Marston destacou a interdependência das emoções na ação utilizadas pelas pessoas.
Viver em abundância acertadamente, sob a reflexão de conselhos ajuda rever preceitos, mas não como solução de problemas, pois pensar no mal, dor e doença está dentro de cada um de nós, carregada na voz silenciosa da consciência.
A essência do ser humano é um enigma, para outros e mesmo para si. Toda vida relacional depende deste enigma e dentro da razão mostra como somos capazes. Não somente com a dita, mas com sentimento, que nesta complexidade sensível da natureza humana podemos ter o indivíduo consciente, sob a luz que ilumina o céu.
Esta essência é compacta pela corrente hereditária, mas concluída, em parte por carga genética dos pais, somando a individualidade que cada ser enxerga, na única vida tem. Deste modo é responsável pelo caminho a seguir na alegria, saúde e prosperidade.
No cotidiano equilibra o eterno como passageiro, expressado sob forma do comportamento social, a valorizar sua passagem pela vida ou a estragando para sempre. Logo é muito bom afirmar para todo sempre que é feliz e, assim consolidar a felicidade na sua porta.











O TURISTA ALEMÃO

Num hotel da cidade de ITÚ hospedou-se um turista alemão.
Fazia mito calor e ele resolveu ir até o bar tomar alguma coisa.
Neste sentou-se na mesa e pediu um choop ao garçom. Logo, na mesa foi colocada à sua frente uma imensa caneca. Assustado exclamou: que loucura, dá para nadar aqui dentro! Por que tão grande? Aqui é a cidade de ITU, onde tudo é grande e exagerado respondeu o garçom.
Que maravilha! E rapidinho tomou tudo.
Garçom, garçom, outro!
E lá foi o garçom, com mais um enorme caneco. O cara delirava e dizia para si mesmo: meu que cidade maravilhosa! Aqui tudo é grande. Vou me afogar neste choop! E mandou goela abaixo de novo.
Já torto ria a toa, feliz da vida dizia: Garzzzzommm, onde fffica o banheiro? No final daquele corredor, à direita.
O homem levantou, cambaleando seguiu na direção indicada, mas no final do corredor se confundiu e virou a esquerda, dando de cara com a piscina do hotel. Logo começou a rir mais ainda.
Não é pozzzzível, aqui zuzo é grande mezzmo! Olha zzó ezzzza privada... Enorme! E começou a mijar, feliz a vida.
Com o corpo balançando, por causa da bebedeira, o coitado caiu na piscina do hotel e começou a gritar desesperado:
Ninguém puxa a dezzzgarga! Ninguém puxa a desgarga, que eu to aqui dentro!!!
O porteiro, um negão 4x4, vendo a situação do bêbado, imediatamente pulou na piscina para salvá-lo e foi nadando na sua direção.
O bêbado, já em pânico começou a empurrar a água na direção do negão, gritando: Zzzai cocozzão! Zzzai cocozzão! Zzzaiiii

Obs. Esta é cópia de alguém.








enviada por EDHILARIO



15/09/2008 15:49

DURA SELEÇÃO

O filme que passou na faculdade representa a pura realidade, que vivemos no dia-a-dia. As empresas, em geral estão cada vez mais exigentes na busca de profissionais com maior grau de qualificação e dispostos a enfrentar qualquer parada para ser selecionados.
A disputa apresentada no filme, para uma única vaga da empresa espanhola ocorreu entre sete candidatos executivos, que haviam sido recrutados e desta, somente convocado um entre eles.
Todos os candidatos ficaram reunidos numa sala trancada com computadores que enviavam mensagens, repassando instruções sobre as etapas da seleção. Dessa forma todos foram observados e avaliados pelo recurso humanos da empresa.
A primeira etapa era descobrir qual, entre os presentes não estava ali como candidato e sim avaliador. Naquele momento, numa dinâmica de grupos começava a eliminação entre os próprios concorrentes, em que um devorava o outro.
Como toda grande empresa, antes de contratar qualquer profissional para seu quadro funcional as vidas são incansavelmente levantadas por informantes e internamente analisadas, como foi feito na empresa espanhola, na qual os setes se candidataram.
Assim sendo, usando a lei de sobrevivência, quando um descobria o ponto fraco do outro tentavam acabar com o concorrente imediatamente, através de suas fraquezas. Essas eliminações entre candidatos foram complicadas, pois descartar pessoas sem conhecer não é nada fácil. Mas os sete concorrentes queriam a vaga, naquele emprego.
Logo no início o primeiro candidato se retirou da competição, porque foi ventilado que seu nome estava estampado nos jornais, devido a problemas ocorridos no seu antigo emprego.
Como as empresas estão passando filtro nos concorrentes, observando cada detalhe de suas vidas, ficando muito difícil admitirem alguém com ocorrências anteriores, que possivelmente possa manchar a imagem da empresa no futuro, mesmo obtendo bom desempenho no teste de avaliação profissional.
O segundo a deixar a competição foi uma mulher, por ser mais velha foi taxada como inútil numa etapa de sobrevivência. Ao acabar os argumentos ela já não sabia mais se defender, e assim sendo saiu da disputa.
Para as empresas todos precisam saber enfrentar qualquer dificuldade vindoura e argumentos não podem acabar.
O terceiro candidato conhecia bem os métodos utilizados pela empresa, pois já havia participado de outras seleções. Este método chama-se GRONHOLM, que é a eliminação feita pelos próprios candidatos.
O avaliador da empresa fez a eliminação deste terceiro candidato, porque ele não soube guardar segredo, revelando-se uma pessoa insegura e deixando transparecer seu nervosismo. Neste momento foi confirmado o verdadeiro avaliador, após revelada sua identidade. Empresas não admitem profissionais inseguros, quando são descartados. Ficaram então três candidatos e o analítico na sala, competindo com provas de conhecimentos e tempo marcado.
O quarto candidato a se retirar tinha pouco conhecimento de idiomas, perdendo a cabeça agrediu verbalmente seus concorrentes e também foi eliminado. O ser humano precisa se controlar diante de situações difíceis, saber que nunca deve perder a cabeça e, se por acaso não tiver conhecimento vai sobrar. Então os dois últimos candidatos a disputar a vaga eram fortes concorrentes, porém não estavam totalmente focados na competição. Profissionais não podem deixar sua vida pessoal atrapalhar a vida profissional, pois acabam perdendo o controle do próprio objetivo.
A penúltima candidata se deixou envolver, quando colocou sua moral de lado para atender as necessidades amorosas e saiu da competição, para não competir com seus sentimentos. O vencedor também perdeu o foco durante a competição, se deixando envolver com o passado, mas não abriu mão da vaga por amor a ela, liderando a competição e ocupando o cargo, que desde o início tanto almejou.

Moral da história: para ser competitivo temos que obter conhecimentos, dinamismo e confiança no que almejamos.
Logo para se candidatar a uma vaga nas empresas temos que estar preparados, através de conhecimentos gerais e atualizados no dia a dia. Mesmo entre amigos praticar testes de dinâmicas e, assim confirmar toda expectativa de liderança guardada dentro do peito, destemido de qualquer grupo e o mais importante, se candidatar na empresa com segurança vocacional, obtida através da confiança do que realmente almeja conquistar, esta referida vaga .

enviada por EDHILARIO



05/09/2008 13:32

NA ESCURIDÃO DA POBREZA

Eram oito horas da noite e fechei a porta, pois o expediente na empresa havia encerrado. No estacionamento da Avenida Presidente Vargas caminhei direto ao carro e entrei, sentindo que alguém me observava. Com as chaves na mão coloquei o motor para funcionar e o deixei esquentando.
Devido pressentimento, novamente abri a porta me dirigindo ao porteiro, conversando sobre o fato dei com os olhos de um fiapo de gente parado entre as grades, que divide o estabelecimento do ponto de ônibus. Como um bicho amedrontado me espiava, através do vidro da janela e, então aliviado pude notar a fragilidade de uma raquítica, que aparentava ter uns oito anos de idade e tremia de frio encostada ao poste.
Após passar pela insegurança, me despedindo do funcionário na portaria, já no carro inclinei-me sobre o banco e, em seguida abaixei o vidro para perguntar a ela: _ o que foi que aconteceu com você? Pensando tratar-se de esmola.
_Imediatamente, num fio de voz infantil me respondeu, nada não senhor. _Por que você estava olhando pelo buraco?
Outra vez ela repetiu nada não_ estou esperando o ônibus. Insistindo quis saber: onde você mora? Na rua do encanamento.
Penalizado, sabendo que era onde tinha de passar. Em seguida perguntei: quer uma carona, eu te levo?
Com timidez ela vacilou em responder. Insistindo aceitou e, abrindo a porta do carro entrou.
Depois se sentou na beirada do banco dianteiro, enquanto o carro lentamente ganhava velocidade. Perguntei seu nome e, ainda tremendo ela disse: _ Graça.
Mas mantinha o olhar fixo para frente e sequer fazia o menor movimento com a cabeça. Tentei puxar outro assunto, sobre o que fazia àquela hora e na friagem, tão nova e longe de casa. Sem esperar a resposta prossegui: quantos anos você tem Tereza? Então disse dez.
O que você estava fazendo ali? A casa de minha patroa era ali perto.
Em seguida, patroa? Que patroa?
Pela resposta, logo fui percebendo que ela trabalhava para alguma família nas proximidades do estacionamento: lavando roupas, varrendo casa, quem sabe até servindo a mesa.
A partir da aí ela foi soltando a lígua, dizendo que entrava as sete e saía às oito horas da noite. Chateado por ouvir esta realidade continuei a dirigir e ela falava com naturalidade sobre o sofrimento do dia a dia. Hoje saí mais cedo. Foi jantarão.
Você jantou? Não. Eu almocei.
Comovido perguntei: não almoça todo dia?
Quando tem comida em casa para levar, eu almoço: minha mãe faz um embrulho de comida.
Agoniado interroguei: e quando não tem?
Não tem, ela parecia até que sorria ao falar, suas feições de criança, encardidas de pobreza podiam ser a de uma velha. Com o relato, eu não me contive mais de aflição, pensando nos meus filhos bem nutridos e neste momento, a cada palavra um engasgo na garganta me afogava.
Na casa não dão comida para comer? – Perguntei revoltado.
Quando eu peço dão. Mas descontam do ordenado e minha mãe disse que faz falta, recomendando para eu não pedir.
Em seguida, diminuindo a marcha perguntei: E quanto você ganha nesta casa?
Graça mencionou uma importância tão ridícula, que quase parei o carro por causa dos trocados. Por um impulso queria voltar e bater em alguém daquela família, que se aproveitava da pobre criança. Meter a mão na cara deles era pouco.
Como é que você foi parar nesta casa? Enquanto o carro se aproximava da viela, que dava acesso a sua casa e ela disparou a falar: estava na feira com minha mãe, a senhora passou e pediu para eu carregar as compras até sua casa e aí, no outro dia voltou e pediu a minha mãe para eu trabalhar na casa dela. De imediato minha mãe deixou, porque não podia deixar meus sete irmãos sozinhos, fora os dois grandes que já são soldados. Pode parar aqui moço, obrigado.
Mal parei o carro, ela abriu porta e soltou. Saiu correndo como qualquer criança de sua idade, perdendo-se na escuridão da miserável viela.
Desde então as palavras da raquítica menina ecoam por justiça social e perdurará, enquanto não chega uma alma vibra, atormentando as emoções de inocentes trabalhadores, que amargurados sofrem com a presença do rosto de criança, condenadas pelo próprio ser humano, quando agrega a alheia desgraça social.


enviada por EDHILARIO



04/09/2008 15:13

A VULNERABILIDADE DE UM PAÍS

Num comentário recente a imprensa afirmou que ORLANDO VILAS-BOAS, há muitos anos atrás advertira sobre haver um movimento de internacionalização da Amazônia, e este fato me fez lembrar o comentário de uma representante Inglesa, quando mencionara que, se caso o Brasil não tivesse como pagar a dívida externa que cedesse uma parte da Amazônia.
Agora se toma conhecimento que há tempos ÍNDIOS estavam no exterior, recebendo instruções e formação ideológica para liderar uma possível separação de terras no Brasil.
Este ato foi confirmado em 2007, quando a ONU aprovou a declaração dos povos indígenas, dando autonomia ao território por eles formado e sem a presença militar, justamente nas fronteiras. Pelos fatos narrados concordo, plenamente com as palavras da carta de José Batista Pinheiro - Fortaleza, quando afirma que o comentário do General tem fundamento sobre o perigo das demarcações para áreas indígenas no território nacional.
Depois de um levantamento minucioso, o Ministério da Defesa resolveu programar um plano estratégico de operação conjunta das três forças e, dentro desse a Amazônia terá atenção especial, com criação de postos nas fronteiras de outros Países, inclusive Colômbia e Peru. Os quartéis nas reservas indígenas serão criados ainda no ano de 2008, mesmo com protestos de descontentes vão ser erguidos.
Nunca devemos esquecer que as Forças Armadas servem ao estado e não governos, que de passagem praticam politicagens de acordo com eleições, subtraídas da democracia e contrariando o interesse da Nação. É dever de todos, Juntos darem as mãos em apoio ao General Augusto Heleno, Comandante Militar na Amazônia, para que ele cumpra integralmente a Constituição Federal do Brasil, o obrigando defender a soberania do País. Se assim não for, quem nos defenderá?
Não é nada demais lembrar que o CHILE tem as melhores Forças Armadas da América do Sul, segundo Expedito Carlos Stephani Bastos – Pesquisador de Assuntos Militares da UFMG, mas é o Brasil gigante e vulnerável que comemora a descoberta de reservas de petróleo bilionária no litoral do sudeste, e sempre soube que em toda guerra há várias verdades, que somente são reveladas posteriormente.
No dia 27/07/2008, lendo o jornal deparei com o louvável artigo de FREI BETTO e sua visão de futuro, nada agradável para os brasileiros, mostrando que em breve e mais próximo do que se imaginem forças ocultas surpreenderiam o Brasil, alegando proteger, com a realidade de impedir um fluxo comercial.
Diante das informações acima, se tornou muita coincidência a reativação da IV FROTA NAVAL pelos EUA em águas brasileiras, numa intenção de vigiar os mares do Sul. FROTA esta composta por invejável arsenal de 04 cruzadores com mísseis, 40 destróieres com mísseis, 13 fragatas dom mísseis e 01 navio hospital não deveria ser autorizado a navegar dentro do Brasil.
Foi só anunciar um salto no desenvolvimento do país, com grandes descobertas de reservas petrolíferas sob a camada pré-sal em águas profundas, que autoridades americanas começaram a assanhar o objetivo de realizar ações humanitárias dentro do País.
A justificativa do almirante Gary Roughead de combater o tráfico drogas e armas na região é descabida e sem nenhum fundamento, quando um relatório da ONU informa que eles figuram como os maiores fabricantes e consumidores dos dois produtos letais. Logo fica mais sensato combater o que quiser, inclusive a AIDS que cresceu 40% dentro de sua própria casa.
A América do Sul que é governada por Chávez, Lula, Correa, Kirchner e Morales, unidos querem reduzir a dependência de seus Países em relação aos EUA, e eles se sentem incomodados com a atual conjuntura latino-americana. Logo que o mundo tomou conhecimento da reserva pré-sal, BUSH fez questão de revelar ao mundo pela imprensa o não reconhecimento da soberania brasileira sobre as 200 milhas, mesmo batendo de frente com a ONU.
O governo brasileiro, imediatamente manifestou desconfiança quanto a Casa Branca. Ligando os fatos as recentes descobertas de petróleo na costa brasileira, justamente no momento que o barril passa de U$140 nos EUA, deixando claro o que suscitou a cobiça. O mundo sabe que suas reservas de petróleo são para aproximadamente cinco anos e, como País desenvolvido não vai se aquietar, sabedores que o futuro deles depende deste ouro preto.
Logo é de conhecimento de todos, que eles querem pegar o petróleo existente no mundo, como o ocorrido no Irã em 1953, ao derrubar Mohamed-Mossadegh. Depois nova tentativa no Afeganistão e no Iraque, derrubando SADAN conseguiu tomar petróleo, quando alegou terrorismo eminente para o mundo. Agora vêm petróleos do mar Cáspio e Geórgia, que está em guerra com a Rússia por territórios, onde passa gasodutos.
Depois da revista britânica “The Economist”, a revelação da existência de Carioca foi feita pela revista americana “Word Oil”, fontes nada brasileira. Agora é o jornal “The New York Times” que destaca o Brasil como potência global. O planeta está de olho nos planos do País.
Na década de 80, documentos do Ministério de Energia britânico já mencionavam o potencial da reserva de petróleo e gás na América do Sul, mas somente há uma semana o jornal argentino “Clarin” estampou a notícia inquietante, informando que a IV FROTA americana estava ancorada por mais de uma semana no mesmo local, fixa na Baía de Santos e perto da bacia de petróleo, comandada por um Contra Almirante especializado em táticas de guerras submersas, com homens rãs.
O General Durval Antunes de Andrade Nery tem suas razões, como a maioria dos brasileiros sobre a divulgação mencionada. O argumento mais forte esta na ligação logística do grupo Halliburton Americano em relação a petróleo, que hoje no Brasil tem um de seus ex-diretores na Agencia Nacional do Petróleo, com acesso a dados secretos das jazidas encontradas no Brasil.
É bom lembrar que não devemos semear estrelas, mesmo que as embarcações em questão tenham poder de fogo e alta tecnologia a Marinha Brasileira, unida a seu povo não pode deixar que eles pesquisem nada, como também espionem nossa plataforma submarina, muito menos controlarem a navegação do país, rumo à África e Ásia.












enviada por EDHILARIO



23/08/2008 22:03

A LIBERDADE

Recentemente no IRAQUE aconteceu algo inusitado, quando uma mulher que andava um passo atrás do seu homem foi interpelada pela curiosidade da turista brasileira, que perguntou: o porquê assim se comportava? Imediatamente ela respondeu que, se por acaso o terreno tivesse minado primeiro explodiria ela, para salvar o marido.
Esta submissão elevava a independência do homem, que sempre foi vangloriado como marxistas nas rodas de bares e futebol. Procurava ele serviçal para formar família e a escolhida deveria ser aquela que correspondesse à expectativa do mesmo, servindo sem reclamar todos seus desejos.
Há muitos anos os meninos, para serem aceitos como macho deveriam corresponder ao que deles se esperava uma sociedade patriarcal, com força, sucesso e o poder era indispensável, nunca era admitido falha ou sentir medo. Mas o desenvolvimento deixou tudo isso no passado, está longe desta modernidade que vivemos e foi através da longa jornada de submissão que elas aprenderam a dizer não, e no íntimo as relações na cabeça da mulher mudou muito.
Hoje é notório o grande número de homens, que inseguros entregam a administração integral ou parcial para quem, realmente está dando as cartas e até emocionalmente nos próprios desejos.
Para a boa convivência é bom não esquecer, que homens e mulheres, atualmente têm um importante papel a desempenhar na conjuntura desta diversificada sociedade.


enviada por EDHILARIO



23/08/2008 21:15

A GUERRA NO RIO

Não foi surpresa saber, que uma equipe da REDE de TELEVISÃO AL JAZEERA da ARÁBIA SAUDITA esteve no Hospital Getúlio Vargas – RJ, para filmar o atendimento na emergência durante 03 madrugadas seguidas. A reportagem em pauta nada mais é do que uma divulgação, sobre o funcionamento do Hospital durante a cerrada Guerra que sola o RJ.
Este ato deixa mal o governo do Brasil, quando o próprio Presidente da República, aproveitando a olimpíada de Pequim 2008 tenta propagar, junto a delegados desportista estrangeiro a cidade maravilhosa, como uma das candidatas sede para realizar a olimpíada de 2016.
Devido à declarada contaminação nos Órgãos Públicos, que afeta os três poderes e, o já divulgado plano sobre a pretensão de seqüestrar autoridades para trocar por liberdade, arquitetado por presos de alta periculosidade dentro do próprio presídio, dito de segurança máxima. Após esta divulgação todo carioca deve se preparar para tempos difíceis.






























































enviada por EDHILARIO






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